Diário de Bordo: 002
Resumo: O texto sugere que a liberação de substâncias como a maconha não resolve os problemas sociais, mas sim os agrava. Há uma insinuação de que possa haver um plano deliberado por trás dessas políticas, com uma referência às "Pedras Guias da Geórgia", um monumento que alguns interpretam como um conjunto de diretrizes para uma nova ordem mundial.
"Sem perceber esses efeitos negativos, o usuário pode se render à ideia de que o consumo não traz tantos prejuízos. Por isso, é importante [ter] informações sérias sobre o assunto e tomar conhecimento das experiências vividas por outras pessoas [...] Transtornos afetivos de bipolaridade, ansiedade, ataque de pânico, depressão e distúrbios do humor podem, inclusive, ter seus efeitos e surtos ampliados com o uso da cannabis. Isso vale também para os impactos negativos nas fases agudas do uso da maconha. O organismo do adolescente enfrenta uma das maiores mudanças hormonais de toda a vida. Muitas vezes, isso deixa o jovem confuso sobre seus sentimentos, a ponto de despertar seu interesse por alívios imediatos devido ao potencial efeito da maconha no seu corpo." (Antonio Chaves Filho, Hospital Santa Mônica, 2023 - consulta 28/06/2024)
Segundo o site da BBC: “o Supremo determinou que é inconstitucional criminalizar o usuário, mas o uso da maconha continua sendo ilegal no Brasil, explica a criminalista Beatriz Alaia Colin, advogada do escritório Wilton Gomes e especialista em processo penal nacional e europeu.
A diferença é que agora alguém que possui maconha para uso próprio não está cometendo um crime, mas ainda pode sofrer um processo administrativo, ter a droga apreendida ou ser encaminhado para tratamento, por exemplo” (BBC.com / consulta 28/06/2024)
Com isso, muito se fala sobre a liberação do uso da maconha e os possíveis benefícios que ela pode trazer à sociedade, mas será que isso vai nos ajudar realmente? Creio que não, mas quero refletir um pouco sobre as consequências da liberação da maconha, bem como da facilitação do consumo de drogas ou bebidas que têm prejudicado nossos jovens, não apenas a curto, mas também a longo prazo.
O texto que você leu no início da postagem resume bem o tamanho do problema causado pelo uso da maconha. No entanto, apesar de tratar apenas da erva, eu poderia mencionar aqui outras centenas de produtos que causam danos à sociedade e, consequentemente, têm aprisionado ou destruído a vida de muitos jovens no Brasil atual. As mortes por acidentes de trânsito, atropelamentos, brigas sem causa e o vício em álcool e outras substâncias já deveriam ter acendido nosso alerta há muito tempo, mas o que vem acontecendo é ainda pior. Quanto mais danos a sociedade sofre pelo consumo de produtos assim, mais o governo libera o uso de outras drogas ainda piores. Isso nos leva a pensar que, talvez, esse efeito negativo seja o esperado pelo nosso governo, uma vez que, ignorando todos os sinais, continuam liberando cada vez mais.
Tudo começou com um copo de cerveja. Depois, um trago no cigarro, uma taça de vinho e, em seguida, outra bebida mais forte. Com o tempo, essas coisas ficaram mais fracas e não faziam mais efeito. Então, alguém ofereceu maconha, depois crack, seguido de cocaína e, se tiver sorte, um dia perceberá que aquele primeiro copo de cerveja destruiu sua vida, memória e saúde física. O que estão fazendo com as pessoas em nosso país?
O mesmo acontece com a prostituição, adultério e outros males que afetam nossa sociedade. O incentivo ao consumo do que chamamos de pecado tem, drasticamente, levado centenas e, por que não dizer, milhares de pessoas à prisão do vício e, infelizmente, muitas à morte.
Talvez você não tenha percebido, mas com o tempo nossa sociedade tem sido influenciada a criminalizar a religião (e aqui podemos especificar a cristã) e descriminalizar produtos e atitudes maléficas à sociedade. Em vez de corrigir os problemas, estão multiplicando-os e abandonando aqueles que sofrem por terem optado pelo que o Estado oferece como bom.
Então, é óbvio que a liberação do consumo de maconha e tantas outras substâncias que já usamos não resolve nossos problemas; pelo contrário, multiplica-os! E isso me leva a imaginar se o plano por trás dos panos não é exatamente este. Um dia vamos conversar sobre um certo texto antigo escrito no que chamavam de Pedras Guias da Geórgia, e você vai compreender melhor o que estão fazendo com a nossa sociedade.
O mais importante agora é entender que as coisas não podem melhorar quando tomamos as piores decisões disponíveis.
Tudo começou com um copo de cerveja. Depois, um trago no cigarro, uma taça de vinho e, em seguida, outra bebida mais forte. Com o tempo, essas coisas ficaram mais fracas e não faziam mais efeito. Então, alguém ofereceu maconha, depois crack, seguido de cocaína e, se tiver sorte, um dia perceberá que aquele primeiro copo de cerveja destruiu sua vida, memória e saúde física. O que estão fazendo com as pessoas em nosso país?
O mesmo acontece com a prostituição, adultério e outros males que afetam nossa sociedade. O incentivo ao consumo do que chamamos de pecado tem, drasticamente, levado centenas e, por que não dizer, milhares de pessoas à prisão do vício e, infelizmente, muitas à morte.
Talvez você não tenha percebido, mas com o tempo nossa sociedade tem sido influenciada a criminalizar a religião (e aqui podemos especificar a cristã) e descriminalizar produtos e atitudes maléficas à sociedade. Em vez de corrigir os problemas, estão multiplicando-os e abandonando aqueles que sofrem por terem optado pelo que o Estado oferece como bom.
Então, é óbvio que a liberação do consumo de maconha e tantas outras substâncias que já usamos não resolve nossos problemas; pelo contrário, multiplica-os! E isso me leva a imaginar se o plano por trás dos panos não é exatamente este. Um dia vamos conversar sobre um certo texto antigo escrito no que chamavam de Pedras Guias da Geórgia, e você vai compreender melhor o que estão fazendo com a nossa sociedade.
O mais importante agora é entender que as coisas não podem melhorar quando tomamos as piores decisões disponíveis.
Texto: Devair S. Eduardo | Revisão ortográfica: OpenIA
Referências:
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